Hóstias consagradas são roubadas em Igreja do Peru


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O Bispo de Huaraz (Peru), Dom José Eduardo Velásquez Tarazona, celebrou no domingo passado uma Missa de desagravo pelo roubo que sofreu na madrugada do sábado 27 de agosto a paróquia Nossa Senhora de Belém na sua diocese de Huaraz, quando desconhecidos profanaram o Sacrário e levaram uma âmbula cheia de hóstias consagradas.

O Pe. Santiago León Quiñones, pároco de Nossa Senhora de Belém, informou do roubo mediante um comunicado à comunidade católica e à opinião pública em geral.

Terminada a Missa foi feita uma vigília, com cânticos e orações, também como um ato de reparação, no qual também se pediu pelos autores do roubo sacrílego.

Representantes da paróquia repudiaram este fato que atenta contra a fé dos católicos. Em sua homilia da Missa de ontem, Dom Velásquez repudiou o roubo sacrílego e pediu aos delinqüentes devolver as jóias levadas que têm um valor incalculável para a Igreja e para todos os católicos.

Setembro: mês da Bíblia

Verbum Domini
Exortação pós-sinodal do santo Padre Bento XVI ao episcopado, ao clero, às pessoas consagradas e aos fiéis leigos sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja:


"No princípio já existia o Verbo,
e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (...)
e o Verbo se fez carne"
(Jo 1, 1.14)

A novidade da revelação bíblica consiste no fato de Deus Se dar a conhecer no diálogo, que deseja ter conosco. A Constituição dogmática Dei Verbum tinha exposto essa realidade, reconhecendo que 'Deus invisível na riqueza do seu amor fala aos homens como a amigos e convive com eles, para convidá-los e admitir à comunhão com Ele'.

Mas ainda não teríamos compreendido suficientemente a mensagem do Prólogo de São João, se nos detivéssemos na constatação de que Deus Se comunica amorosamente a nós. Na realidade, o Verbo de Deus, por meio do Qual 'tudo começou a existir (Jo 1,3) e que Se 'fez carne' (Jo 1,14), é o mesmo que já existia 'no princípio' (Jo1,1).

Se aqui podemos descobrir uma alusão ao início do livro do Gênesis (cf. Gn 1,1), na realidade vemo-nos colocados diante de um princípio de caráter absoluto e que nos narra a vida íntima de Deus." (p. 15)

A efetividade da proteção do preservativo

Voltando a falar sobre a perseguição que a Igreja Católica enfrenta por defender valores Cristãos que visam garantir a paz e a felicidade humana queridas por Deus, um das 'flechadas' que levamos é sobre o uso de preservativos.

Num discurso totalmente liberal, os anti-católicos afirmam que a Igreja é uma instituição ultrapassada e tradicionalista, que não enxerga a realidade: milhões de pessoas morrendo por causa de doenças sexualmente transmitidas e a Igreja condenando o uso de preservativo, meio que poderia salvar a vida de tanta gente, já que protege de qualquer doença e ainda da gravidez indesejada. A Igreja parece realmente ser um monstro desconectada com a realidade!

Ao tempo que os meios de comunicação e os grandes manifestos agendam esse tipo de discussão, um fator importante fica encoberto e, pior, causando sérios prejuízos à humanidade: a real efetividade do preservativo.

O investigador do órgão americano Food and Drug Administration (FDA), Ronald F. Carey, certa vez testou a qualidade de 89 preservativos em uma máquina simuladora da relação sexual. Pelo menos 29 deixaram passar partículas do tamanho do vírus da aids, o que corresponde a uma falha de 33%.

Depois de 11 estudos sobre a efetividade da camisinha, a drª Susan C. Weller, da Escola Médica de Galveston, Universidade do Texas, chegou a seguinte conclusão: "os usuários do preservativo terão cerca de um terço de chance de se infectar em relação aos indivíduos praticando sexo ‘desprotegido", isso ao verificar a falha em 31% nos produtos de análise.

Só com esses fatos podemos afirmar que o preservativo nunca foi, não é e muito provavelmente nunca será um meio totalmente seguro contras as DSTs, o máximo que ele consegue é reduzir a chance de se contaminar.

"Só a fidelidade vivida e a renúncia a contatos sexuais levianos oferecem proteção eficaz conta a aids e permitem uma vivência integral do amor. Pertencem a isto o respeito pela igual dignidade do homem e da mulher, o cuidado pela saúde da família, a relação responsável com os impulsos da paixão e também a (temporária) renúncia às relações sexuais.

Nos países africanos em que, através de largas campanhas sociais foi apoiado um tal comportamento, os índices de infecção baixaram nitidamente. Além do mais, a Igreja Católica faz tudo para ajudar as pessoas infectadas pela aids" (YouCat p. 225).

"Com efeito, os valores que derivam de uma compreensão autêntica do matrimônio e da família constituem o único fundamento seguro para uma sociedade estável" (Papa Bento XVI 14.12.2006).

Pense nisso!

FONTES:


Ronald F. Carey, Ph.D., et al, “Effectiveness of Latex Condoms as a Barrier to Human Immunodeficiency Virus-sized Particles Under conditions of Simulated Use,” Sexually Transmitted Diseases 19:4 (July-August 1992), pp. 230-234

Susan C. Weller, “A Meta-Analysis of Condom Effectiveness in Reducing Sexually Transmitted HIV” Soc Sci Med 36:12 ( 1993), pp. 1635-1644

Opnião da Igreja sobre a globalização

"Em primeiro lugar, a globalização não é boa nem má, mas a descrição de uma realidade que deve ser moldada. Nascido no âmbito dos países economicamente desenvolvidos, este processo causou, pela sua própria natureza, um desenvolvimento de todas as economias.

Foi o motor principal para a saída de regiões inteiras do subdesenvolvimento e, por si mesmo, constitui uma grande oportunidade. Contudo, sem a orientação da caridade na verdade, este ímpeto mundial pode concorrer para surgirem perigos até agora desconhecidos e novas divisões na família humana" (Bento XVI, Caritas in veritate nº 33)

"Quando compramos uns jeans baratos, não nos deveria ser indiferentes em que condições eles foram produzidos, se os trabalhadores receberam ou não um salário justo. É importante a felicidade dos outros. Não devemos ficar alheios à dificuldades dos outros.

Ao nível da política, é necessária uma autoridade internacional política autêntica, que trabalhe para que se chegue a um equilíbrio entre as pessoas dos países ricos e as dos países subdesenvolvidos. São ainda muitos os excluídos das vantagens da globalização econômica; na maioria dos casos, eles só têm de carregar com os fardos" (YouCat p. 243/244)